Imperatriz, 21  de Agosto  de 2014
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Conheça a história do Executivo Municipal, desde a fundação de Imperatriz, em 16 de julho de 1852, quando teve como primeiro comandante o capelão Frei Manoel Procópio do Coração de Maria.

Política e Administração

A história política de Imperatriz é marcada por conturbações e tragédias. O município esteve sob interventoria durante 15 anos ininterruptos. Além disso, a cidade carrega sob si o peso do descaso do governo do Estado desde seu início. Por sua distância da Capital, Imperatriz sempre se viu marginalizada pelos governantes maranhenses, que não lhe dedicavam a atenção condigna de sua importância. Em conseqüência disso, durante muito tempo foi chamada de "Sibéria Maranhense".

O primeiro prefeito de Imperatriz foi Gumercindo de Sousa Milhomem, que assumiu o cargo tão logo a Vila tornou-se cidade, em 1924. Foi substituído por Manoel Rolim da Rocha, que permaneceu até 1930, deixando o cargo em função da revolução. Assumiu como prefeito revolucionário Antonio Araújo, que teve como maior preocupação a normalização da situação do Município. Este passou o cargo a Martimiano Miranda, que traçou o plano de construção da rodovia MA-70, ligando Imperatriz a Santa Luzia. Deixou o cargo, no entanto, em 1933, sem que seu projeto fosse levado à frente.

Fortunato Bandeira foi o substituto de Miranda, mas não teve boa atuação e o povo se revoltou, embora Fortunato, quando Imperatriz ainda era Vila, fora um Intendente com boa atuação. Novamente assume a prefeitura Gumercindo Milhomem. Foi sucedido por José Manoel Alves Júnior, de Pindaré Mirim, que passou mais tarde o cargo a um seu conterrâneo, Antonio Miranda. Com um governo curto, foi sucedido por Leandro Nunes Bandeira. Em seguida, assumiu Urbano Rocha, que antes das eleições de 1945 passou o cargo a Félix Garcia de Oliveira. Até então, os prefeitos não haviam sido escolhidos pelo voto da população.

Em 1945, foi eleito Simplício Alves Moreira. No mandato seguinte, ocupou a Prefeitura novamente Urbano Rocha. Em sua gestão, Imperatriz comemorou seu centenário e ganhou iluminação elétrica. Urbano Rocha foi assassinado. Segundo sua esposa, Augusta Rocha, por seus inimigos políticos. O assassinato de Urbano Rocha aconteceu em 2 de junho de 1953. Tomou posse, então, o vice-prefeito Simplício Moreira. Este inaugurou a rede de energia elétrica, que estava prestes a ser inaugurada antes do assassinato de Urbano. Simplício estimulou a educação, construiu estradas - uma delas a carroçável até Grajaú, ligando a cidade ao restante do Estado, e adquiriu o primeiro caminhão para a prefeitura. Em seguida, assumiu a Prefeitura Antenor Fontenele Bastos, que imediatamente construiu a praça da Concórdia, frente ao então prédio da Prefeitura. A praça depois passou a chamar-se Castelo Branco, depois praça da Cultura e atualmente praça Renato Moreira, enquanto o prédio da antiga prefeitura é hoje o Paço da Cultura José Sarney - sede da Academia Imperatrizense de Letras. Antenor renunciou ao cargo e assumiu Raimundo de Morais Barros. Em 1961, João Menezes de Santana assumiu, mas em 25 de maio de 1964 foi cassado pelo governo militar.

Após a cassação de João Menezes, Imperatriz foi governada pelo vice-prefeito, até janeiro de 1965, assumindo nessa época o presidente da Câmara de Vereadores, Alvaro Alves Pereira. Este governou até 18 de abril de 1967, quando entregou o cargo ao interventor Raimundo Bandeira Barros.

Dez meses depois houve eleições, quando foi eleito o coronel Eurípedes Bernardino Bezerra. Três meses depois da posse; no entanto, Eurípedes Bezerra, por divergências políticas com os vereadores, renunciou. O vice-prefeito, Raimundo Souza e Silva, assumiu então o cargo. Concluiu a praça Castelo Branco e abriu o bairro Nova Imperatriz, hoje um dos mais populosos da cidade.

Em 31 de janeiro de 1970, tomou posse Renato Cortez Moreira assume o cargo de prefeito. Seu vice, Dorgival Pinheiro Pinheiro de Sousa, foi assassinato em 1971. Moreira foi sucedido por José do Espírito Santo Xavier, que em novembro do mesmo ano em que tomou posse, 1973, cassado, entregou o cargo ao interventor Antonio Rodrigues Bayma Junior. Este passou a chefia do Executivo ao também interventor tenente-coronel Carlos Alberto Barateiro da Costa, que por sua vez o entregou a Elbert Leitão Santos, o último da série de interventores dos anos 70.

Nas eleições de 1976 foi eleito prefeito o médico Carlos Gomes de Amorim, que governou de 1977 a 1983. Sucedeu-o José de Ribamar Fiquene, que completou seu mandato em 1988. Eleito no ano anterior, Davi Alves Silva assume o cargo em 1989 e termina seu mandato em 1992, quando elege seu sucessor, o ex-prefeito Renato Cortez Moreira. Este, porém, é assassinado em outubro de 1993, assumindo o cargo o vice-prefeito, Salvador Rodrigues. Acusado de malversação, Salvador é afastado em janeiro de 1995, após o movimento chamado "Revolução de Janeiro", quando a sociedade civil imperatrizense promoveu uma grande manifestação, ocupou a Prefeitura e exigiu da governadora Roseana Sarney a intervenção no município. O empresário Ildon Marques de Souza foi nomeado interventor, permanecendo até abril de 1996. Dorian Meneses sucedeu-o como interventor, entregando o cargo em 1º janeiro de 1997 ao próprio Ildon Marques, na condição de prefeito eleito. Em outubro de 2000, o então deputado estadual Jomar Fernandes foi eleito prefeito, cargo que assumiu em 1º de janeiro de 2001.

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